Clínica e Política do Ato
- Coordenação: Leonardo Lopes Miranda e Sandra Landim
- Comissão de Coordenação: Camila Drubscky, Heloisa Shimabukuro e Ondina Machado
- Periodicidade e horário: segundas e quartas sextas-feiras do mês, às 14h30
- Início: 13/03
- Formato: híbrido
No segundo semestre de 2025, fomos em direção ao tema do Congresso da AMP – “A relação sexual não existe” – nos servindo do texto de Maria do Rosário Collier do Rêgo Barros, “O mal-entendido e a não relação sexual”. Debruçamo-nos sobre os textos de Graciela Brodsky da Latusa 13, “Um homem, uma mulher e a psicanálise” e “O homem, a mulher e a lógica”, nos quais ela propõe desdobrar a fórmula “Não há relação sexual”.
Em uma entrevista realizada como preparatória do Congresso, Brodsky nos apresenta claramente as declinações desse “Não há”: não há relação entre o sujeito e o Outro, entre S1 e S2 e, finalmente, não há relação entre R, S e I. A partir disso, o passe de Dominique Laurent foi fundamental para iluminar a teoria com a clínica.
Mergulhamos, ainda, no tema “O estrangeiro” da Conversação de Núcleos. Em nossa pesquisa, também fomos atravessados pela intervenção apofântica do analista, e dessa forma chegamos à investigação sobre o ato psicanalítico, abordando o texto “Paradoxos do ato psicanalítico”, d’ O seminário 16 de Lacan.
Para o primeiro semestre do ano que se inicia, pretendemos continuar a discussão sobre o ato psicanalítico, ousando ter como referência os primeiros capítulos d’O seminário, livro 15: o ato psicanalítico.
A articulação com a clínica é inevitável, por isso propomos deixar advir o laço entre a teoria e a prática através de um fragmento de caso ou um testemunho de passe.
